Parte I
Dentre as inúmeras Estratégias desenvolvidas pelos Siddhas Leais, desde Agartha, com a finalidade de propiciar a Liberação dos Espíritos inseridos em uma Estratégia Psicossocial e travar combate aos Povos do Pacto Cultural, dirigidos pelos Demônios de Chang Shamballah, uma deve ser destacada como uma das mais perfeitas e bem-sucedidas da História: o “IMPERIVM ROMANVM”.
A fundação da Cidade das Sete Colinas está envolta em mistérios, mas por intermédio de uma Intuição Noológica é possível tecer certas considerações a respeito dos papéis assumidos pela Cidade na Guerra sem tréguas entre o Pacto de Sangue e o Pacto Cultural, ao longo de seu MILLENIVM.
Segundo a Tradição Romana, a Cidade Eterna deve suas origens a um grupo de refugiados que, fugindo do Saque de Tróia pelos aqueus helenos navegaram pelo Mediterrâneo Oriental, na direção da Península Itálica até chegarem ao local que um dia viria a ser Roma.
Liderando os troianos estava o príncipe Enéas, semideus, Filho de Vênus, protegido de Apollo e Poseidon, um dos mais Valorosos Guerreiros de Tróia, tendo se batido em combate com Diomedes, e até mesmo com Aquiles. Apesar do Valor de suas armas, Tróia caiu. Os Deuses, porém, alertaram e instruíram Enéas para que ele abandonasse a cidade, pois Enéas ainda teria um importantíssimo papel a desempenhar na Guerra Eterna.
Após seis anos de perigos e desafios no Mar Mediterrâneo, Enéas e seus kamaradas desembarcaram na maldita cidade de Cartago, cidadela de Demônios Orientais, sedentos por sangue e ouro, governada pela Rainha Dido e seus sacerdotes, praticantes das artes mais obscuras, os quais periodicamente ofertavam vítimas humanas em sacrifício aos Demônios Orientais, para lhes aplacar a sede.
Porém, em um momento de fraqueza e, sem dúvida graças a obscuras artes shambálicas, Enéas foi dominado a partir do Anahata Chakra e se apaixonou por Dido, a qual lhe ofereceu o trono, para que ambos governassem juntos sobre cartagineses e troianos. Os Deuses Eternos, porém, estavam atentos à Estratégia Sinárquica em Cartago, de modo que Júpiter e Vênus enviaram Mercurius para que este despertasse Eneás de seu torpor noológico, recordasse sua missão, recuperasse seu Valor e resignasse o Anahata Chakra, superando sua paixão pela Rainha-Sacerdotisa.
Após abandonar Cartago e alcançar o Lácio, imediatamente os troianos se viram envolvidos em inúmeros conflitos com as tribos locais, as quais em sua maioria estavam submetidas ao Pacto Cultura, como o eram TODOS OS PRIMITIVOS POVOS MEDITERRÂNEOS, antes das migrações dos “Homens vindos do Norte”. Assim, com a primeira conquista dos Troianos sobre os povos locais que resistiram a sua chegada já estava tendo seu início a milenar estratégia Romana, a qual varreu o Mediterrâneo da influência da Sinarquia, criando uma verdadeira Muralha Atlante-Mediterrânea.
Descendentes de Enéas eram os gêmeos Rômulo e Remo, filhos do Deus Marte com uma das Virgens Vestais, os quais após serem abandonados foram criados por uma Loba. A eles é atribuída a fundação de Roma. O nome de Roma talvez seja um dos maiores indicativos da absoluta REALIDADE da finalidade estratégica Hiperbórea da Cidade Eterna. Ainda que haja várias hipóteses “racionais” sobre o significado do nome da cidade deve-se afirmar que, em verdade, “ROMA” SIGNIFICA “MURALHA”, como passou a ser bem recentemente defendido por alguns estudiosos.
Fica mais do que evidente, portanto, que a própria fundação de Roma foi um ATO ESTRATÉGICO DE GUERRA, como instrumento da aplicação do Princípio do Cerco a todo o Mediterrâneo e territórios adjacentes, inserido no contexto da GUERRA ESSENCIAL entre os Povos do Pacto de Sangue e os Povos do Pacto Cultural, os quais até então ainda controlavam a maior parte do Mediterrâneo.
Os primeiros momentos de Roma foram completamente eivados da incerteza de ser uma Cidade Hiperbórea em um território majoritariamente ocupada pelos Povos do Pacto Cultural, como os etruscos, os sabinos, e outros, os quais haviam sido outrora membros do Pacto de Sangue, mas que já haviam caído sob o domínio do Pacto Cultural. Assim, não muito após a Fundação de Roma, a mesma foi submetida a uma Tirania Etrusca, a qual impôs as práticas desprezíveis dos Povos do Pacto Cultural sobre os Romanos, incluindo os sacrifícios humanos, tão de agrado dos Demônios de Chang Shamballah.
Durante pouco mais de um século os Aristocratas Romanos, todos eles sem exceção descendentes de heróicos troianos, ainda que politicamente subjugados, resistiram austeramente em seu interior, aguardando o Kairos propício para a expulsão dos Tiranos do Pacto Cultural. O Kairos chegou e Lucius Junius Brutus foi conclamado a atuar com Honra e defender seu Sangue, pois o filho do último tirano de Roma havia estuprado uma donzela de seu clã, Lucrécia, a qual para apagar sua vergonha lançou-se sobre uma espada após relatar o ocorrido aos seus consanguíneos.
Lucius Junius Brutus se inflamou de Ira Guerreira e liderando os clãs romanos expulsaram os etruscos de sua Cidade, estabelecendo uma República Aristocrática, pautada em uma Ética Hiperbórea Absoluta, a qual tornou os romanos o povo mais temido da Península Itálica.
A Sinarquia, porém, jamais descansa ou titubeia em seus planos e assim como uma aranha tece uma teia composta de inúmeros fios, a Sinarquia sempre possui estratrégias de contingência, e sempre é capaz de se adaptar e contra-atacar a partir de suas derrotas. Roma, então, estava livre, e havia iniciado o processo de conquista e subjugação dos povos do Pacto Cultural na Península Itálica.
Uma sombra vinda da Gália, porém, imediatamente começou a se aproximar da Península Itálica, assim que Roma começou a sobrepujar seus vizinhos etruscos. Os druidas haviam incitado uma tribo gaulesa, os Senones, a atravessar os Apeninos supostamente em busca de terras, mas cuja real finalidade era limitar, e assim que possível esmagar Roma, cuja orientação Hiperbórea já colocava medo nos servos druídicos de Shamballah, mesmo muito antes de Roma alcançar seu auge.
Assim que conseguiram uma justificativa, os gauleses marcharam sobre Roma. Os romanos se mobilizaram para o combate. O centro seria formado por hoplitas da Aristocracia Romana, Indo-Europeus, descendentes dos Antigos Hiperbóreos, os flancos seriam formados por milícias voluntárias das plebes, formadas por uma miscelânea de povos já conquistados pelos romanos. Os hoplitas resistiram com Valor, mas perante o avanço celto-druídico, as plebes romanas bateram em retirada. Nesse dia inúmeros Patrícios caíram em combate.
Os gauleses tomaram a Cidade Eterna de assalto. Enquanto os gauleses se ocupavam na chacina e saque, os druidas roubaram ou destruíram quase todos os registros e sabedoria escritos pelos romanos até então. Os remanescentes das legiões e o povo, porém, refugiaram-se no Capitólio, no “Templo” de Júpiter, e lá resistiram ao cerco até a chegada de Marcus Furius Camillus, o qual derrotou e expulsou os gauleses de Roma.
Os romanos se viram então momentaneamente livres de ameaças externas, e se expandiram na Península Itálica, consolidando seu poder e subjugando os povos do Pacto Cultural, ao mesmo tempo em que resignavam os símbolos sagrados desses povos por meio de Símbolos Eternos. Esse é o sentido da dita “integração das culturas dos povos conquistados em Roma”. Não era autenticamente uma integração, mas uma forma de associação entre ambas formas de símbolos por meio da qual os do Pacto Cultural eram resignados.
Porém, o interlúdio entre a invasão celto-druídica e a próxima ameaça bélica à Estratégia Hiperbórea em Roma, o poderio fenício-cartaginês, não foi um período de inércia para a Sinarquia. Em verdade, é nesses interlúdios entre-guerras, nesses momentos de paz, que os objetivos degenerados da estratégia sinárquica se fazem mais fortes e eficazes. No puro Valor Guerreiro, as hostes Hiperbóreas são eternamente INVICTAS. Porém, os servos mortais de Chang Shamballah são dotados de uma malícia infinita e incomensurável, sendo capazes de engendrar as maiores destruições por meio de modos tão imperceptíveis para os olhos do virya perdido, que o mesmo só percebe a tragédia quando ela já se realizou, sendo então tarde demais para ele.
Então, de modo lento e progressivo teve início o processo ao qual Nietzsche dá o nome de: “Revolta dos Escravos”. As plebes romanas, majoritariamente de origem pré-indo-européia, e cujos ancestrais eram os Povos do Pacto Cultural começaram a se insurgir contra a justa supremacia da Aristocracia Guerreira de Roma. Esse foi um processo que a partir de então se deu ao longo de toda a história da República e do Império, com exceção de períodos áureos como o do Imperador Octavius Augustus, Pontífice Máximo, ou o de Marcus Aurelius, o Imperador-Filósofo. A supremacia espiritual dos Kshatryas Romanos, fonte de seu mando político, passou a ser abertamente questionada, e as funções estratégicas internas que até então só podiam ser ocupadas por aqueles que partilhavam do SANGUE dos fundadores da Cidade Eterna, foram abertas a todos os cidadãos.
Teve início assim uma degeneração interna, uma plebeização, um aburguesamento, uma democratização que daria seus funestos frutos muitos séculos após, nos momentos mais decisivos do Período Imperial, exatamente quando Roma necessitaria mais do Valor e da Honra de uma Casta Guerreira, a qual pudesse apoiar seus Imperadores Hiperbóreos, e impedir a ascenção de Imperadores manipulados por influências sinárquicas.
Enquanto isso, o império comercial dos sacerdotes de Cartago estendia seus tentáculos pelo oeste mediterrâneo, principalmente sobre os povos que habitavam na Península Ibérica. Lá existia um dos principais e mais antigos povos do Pacto de Sangue até então, os Tartessos. O poderio de Cartago, porém, era grande demais e a Tartéssia foi conquistada, destruída, e seus Iniciados foram perseguidos pelos sacerdotes golen.
O choque entre Cartago e Roma era inevitável. A função estratégica de Roma estava representada pela Muralha Atlante-mediterrânea, e consistia em transformar a região Mediterrânea em uma barreira para os povos do Pacto Cultural, conquistando esses povos que lá se encontravam. Por sua vez, Cartago havia se tornado a maior potência do Pacto Cultural no Mar Mediterrâneo, e era uma séria ameaça à estratégia hiperbórea dos romanos.
Cartago que havia sido uma colônia fundada por membros do povo fenício, tornou-se graças à atuação inescrupulosa de suas inúmeras casas mercantis em uma grande potência financeira, capaz, por isso, de financiar uma poderosa frota e um grande exército para defender seus interesses comerciais e suas possessões coloniais estabelecidas nas costas do oeste mediterrâneo, principalmente na Península Ibérica. Acima da casta comerciante, porém, oficiavam como senhores absolutos de Cartago uma casta de fanáticos sacerdotes sacrificadores, principal tentáculo da Fraternidade Branca de Chang Shamballah no Mediterrâneo àquele momento. Com mão de ferro, os sacerdotes impunham o mais absoluto terror ao seu próprio povo, e aos povos conquistados, oferecendo incontáveis pessoas e animais em sacrifício sangrento aos Demônios aos quais os sacerdotes chamavam “Deuses”.
Não cabe narrar em detalhes todos os fatos históricos que dão significação às três Guerras Púnicas, entre Roma e Cartago. O que começou como uma aparentemente pequena disputa marítima em torno à Sicília, desdobrou-se em uma Guerra Total que mobilizou todas os recursos combativos de ambas potências.
Cumpre recordar apenas as enormes dificuldades que tiveram os romanos em derrotar o general cartaginês Aníbal, durante a Segunda Guerra Púnica. Aníbal, que ao atravessar os Alpes com seus exércitos e elefantes africanos, recebeu o auxílio voluntário das tribos gaulesas, cujos druidas mantinham contato constante com os sacerdotes de Cartago, seus similares não só no ofício satânico, mas também na origem sanguínea, já que tanto os druidas quanto os sacerdotes de Cartago podiam traçar suas origens ao povo hebreu.
Aníbal atravessou os Alpes com seu grande exército, e sua estratégia contava com incitar as cidades italianas à rebelião contra Roma. Poucas cidades, porém, deram ouvidos à Cartago. Todo o povo itálico estava sob a influência carismática de Roma, abandonando ao Pacto Cultural, e retornando ao Pacto de Sangue. Como se fossem autênticos romanos, portanto, se mantiveram leais à Cidade Eterna, não podendo sentir qualquer outra coisa senão aversão por esses selvagens de raça estrangeira que ousavam romper as fronteiras da República.
Aníbal se bateu inúmeras vezes contra as legiões romanas e, para a apreensão do Senado e Povo de Roma, destruiu todas, lançando por terra vários cônsules e patrícios do mais puro Sangue. As Potências da Matéria, canalizadas por meio da feitiçaria fenícia dos sacerdotes cartagineses davam a Aníbal vantagem estratégica tamanha que, aliada às capacidades militares naturais de Aníbal, o tornavam um adversário formidável.
O Valor do Espírito Hiperbóreo, porém, é Absoluto. O exército de legionários àquela época, antes das reformas de Caio Mário, era composto exclusivamente por VOLUNTÁRIOS. Legião após legião partia da Cidade Eterna, liderada pela nata da Aristocracia, e era esmagada impiedosamente pelos exércitos de Aníbal. E ainda assim, após cada notícia sombria de derrota, dezenas de milhares de homens romanos, dos mais pobres aos mais ricos nobres, se apresentavam voluntariamente para formar novas legiões, indiferentes ao prospecto quase certo de extermínio, atentos apenas à Voz do Sangue, que os conclamavam para uma Guerra que era mais do que geopolítica, mas sim uma Guerra Total e Espiritual, desejosos apenas de Honrar seu Sangue e cumprir seu Dever. O povo romano mostrou uma coragem e valor jamais vistos até então, superados, talvez, apenas pelo povo alemão no século XX.
No ápice da ruína, porém, o patrício Quintus Fabius Maximus, um dos romanos mais nobres e experientes, foi apontado como Ditador de Roma e propôs aos senadores um plano inusitado: evitar qualquer enfrentamento direto com Aníbal; atraí-lo de um lado ao outro da Península Itálica, sem lhe oferecer combate, para assim, esgotar seus recursos e cansar seus exércitos. Os senadores romanos, Aristocratas de Espírito e de Sangue, valorosos e honrados ao máximo, ficaram horrorizados com a proposta de Fabius Maximus. Tal estratégia não seria desonrada? Os Deuses não desprezariam essa conduta como indigna de povos hiperbóreos?
A malícia e a falsidade são alheias ao Espírito Hiperbóreo. A Ética Hiperbórea, a Atitude Graciosa Luciférica, a qual é interna, se manifesta exteriormente como um único valor: Honra. A Honra, portanto, é a marca ética externa de um indivíduo ou povo hiperbóreos e é por ela que podemos identificar um indivíduo, organização ou povo, como sendo possíveis partícipes da Guerra Eterna ao lado dos Deuses Leais, e contra as Potências da Matéria.
Sendo a malícia alheia ao Espírito, como poderiam os romanos aceitar aplicar uma estratégia que se utilizava de táticas indiretas e esquivas? Ocorre que os romanos estavam engajados em uma Guerra Total, cuja finalidade era cumprir o Objetivo Estratégico de aplicar a Lei do Cerco a todo Mediterrâneo, por meio do conceito da Muralha Atlante-mediterrânea, destruindo todos os povos partícipes no Pacto Cultural da região.
Mais do que isso, o fato de se adotar uma tática maliciosa, dentro do marco de uma Estratégia Hiperbórea, não culmina nem na perda da pureza sanguínea, nem na perda da orientação estratégica, ou em uma ampliação da potência do sujeito anímico. O Eu, se corretamente isolado, permite ao Virya se utilizar de todas as táticas que forem necessárias para se conquistar a Vitória estratégica.
Assim, com uma relutância natural, o Senado aprovou a estratégia de Fabius Maximus e ele liderou as legiões à proximidade de Aníbal. Porém, diante da movimentação de Aníbal no sentido de lhe dar batalha, Fabius se afastava com suas legiões, mantendo-se sempre, porém, suficientemente perto de Aníbal para que ele mantivesse o interesse na perseguição. Ao mesmo tempo, Fabius aplicava a estratégia de “terra queimada”, destruindo todos os recursos naturais que pudessem abastecer os exércitos de Aníbal.
Eventualmente, mesmo após o término do mandato ditatorial de Fabius e o retorno à velha estratégia de combate direto, a qual levou à tragédia da Batalha de Cannae, na qual morreram mais de 50.000 romanos, o Senado finalmente reconheceu o valor da estratégia de Fabius e pediram seu retorno. Assim, aplicando novamente a estratégia de “atrasar” os exércitos cartagineses, os romanos garantiram o enfraquecimento de Aníbal, forçando-o a retornar à Cartago. Chegou, então, o momento do ataque romano, e liderando o exército romano, Scipius Africanus esmagou Aníbal às portas de Cartago, impondo um tratado de paz que duraria apenas algumas décadas.
Como já se disse, porém, não há trégua em uma Guerra Espiritual Total. Há apenas pausas estratégicas, cuja finalidade é reestruturar as próprias forças para novos enfrentamentos. Assim, guiados por uma aversão e uma hostilidade essenciais a esse povo comerciante adorador dos Demônios da Matéria, o Senado romano provocou Cartago até que um novo enfrentamento se fez inevitável.
Roma impôs, então, um cerco violento à Cartago durante anos, até que tomando as muralhas de assalto, as legiões romanas penetraram a cidade maldita, causando enorme mortandade. Os templos satânicos, nos quais dezenas de milhares haviam sido sacrificados foram derrubados, seus ídolos de ouro derretidos, e todos os sacerdotes executados. O furor absoluto romano não descansou até que toda a cidade estivesse completamente arrasada, finalizando a conquista atirando sal sobre a terra para que nada mais lá crescesse.
Ave Legio • VI – Volvntas Invicta!
VVV
Artorivs Lvpvs












2 comentários:
Acredito na Estratégia Hiperbórera como a sabedoria revolucionária dos antigos Romanos, pois é necessário contextualizar históricamente a existência do Imperio Romano. Há dois princípios de organização de Senado e Povo de Roma, Senado pois é a congregação dos sábios da polis e por outro a integração social e política desta congregação para com a sociedade romana. A sociedade romana é dentro da civilização ocidental-européia a mais perfeita de todas, em termos de vida mística da organização política de Roma. Ela sempre será a Roma Eterna, pois há na história da civilização três Romas, a sociedade romana primordial ou antiga e clássica, a segunda Roma que advém a ser o Sacro-Império Romano Germânico e a terceira roma que está por vir que seria dentro de uma estratégia hiperbólica definido na metafísica do nacional-bolchevismo de Alexandre Duguin, da integração dum projeto revolucionário para com a terceira roma. Dentro das concepções místicas apresentadas, o povo do sangue irá se rebelar conta o "povo da cultura", Jung define a cultura como opressora dos instintos naturais codificado no insconciente coletivo - fonte natural de poder romano no sentido da ascese!
Desculpe Lupus, acho que me enganei no link sobre a Medusa. O link correcto é:
http://www.tartessos.info/html/gorgona.htm
Boa leitura! :)
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