“(...)A força de querer, de querer uma Vontade durante muito tempo, é já um pouco mais forte na Alemanha, e na Alemanha do norte um pouco mais do que na do centro. Consideravelmente mais forte na Inglaterra, Espanha e Córsega, ali ligada à fleuma, aqui à dureza dos crânios – para não falar da Itália, que é demasiado jovem para poder já saber o que quer e que tem primeiro de demonstrar que é capaz de querer -, mas é mais forte e mais espantosa nesse imenso império intermediário onde a Europa como que reflui para a Ásia, na Rússia. Aqui a vontade – não se sabe se de negação, se de afirmação – está ameaçadoramente à espera de ser libertada, para pedir emprestada aos físicos da atualidade a sua palavra predileta. (...)” (Friedrich Nietzsche, Além do Bem e do Mal, 208)
“(...) Para que haja instituições deve haver um tipo de Vontade, instinto, ou imperativo, que seja antiliberal ao ponto da malícia: a Vontade de Tradição, de autoridade, de responsabilidade, cimentada sobre séculos de porvir, de solidariedade encadeada das gerações, desde o passado até o futuro ad infinitum. Quando essa Vontade se faz presente, algo como o Império Romano é fundado; ou como a Rússia, a única potência hoje dotada de resistência, que pode esperar, que ainda pode prometer algo. (...)” (Friedrich Nietzsche, O Crepúsculo dos Ídolos, 39)
A aguda visão de Nietzsche, cuja pureza de Sangue lhe permitia ver muito além do que todos os Viryas não-Iniciados de seu tempo, lhe mostrou no que concerne a Potência Volitiva e Instintiva dos Povos as tendências relativas ao seu enfraquecimento ou fortalecimento no desdobrar do tempo transcendente.
Uma dose elevada dessas modalidades de Potência em uma Superestrutura Cultural é condição necessária para que um Líder ou uma Elite de Guerreiros-Sábios possam molda-la para finalidades estratégicas, como a própria mutação e liberação coletiva do Povo em questão e/ou o estabelecimento de uma nova frente de batalha na Guerra Eterna contra as forças satânicas que objetivam impor sobre o Mundo a Sinarquia do Povo Eleito.
As mesmas modalidades de Potência, porém, também podem ser utilizadas (e é o que mais comumente ocorre) para avançar as estratégias sinárquicas de degradação e poluição racial, deformação cultural, semitização psicológica e fagocitação mítica, caso se façam presentes os agentes Golens da Sinarquia, e não haja oposição estratégica suficiente e eficaz das forças hiperbóreas ou dos Viryas que intuem inconscientemente os princípios de oposição estratégica hiperbórea.
Com preciosa acuidade, a intuição de Nietzsche indicou-lhe que havia energias de enorme Potência residindo no Inconsciente Coletivo de certas Nações, como a Alemanha, a Itália e a Espanha, exatamente os baluartes dos regimes políticos mais vilipendiados e temidos pelas elites sinárquicas e pelos próprios Demônios e falsos “Mestres” da Fraternidade Branca, que quase viram seus planos mundialistas se arruinarem nas décadas de 20, 30 e 40 do século XX.
Porém, mais do que para qualquer outra Nação, a intuição de Nietzsche apontava na direção da Rússia. Nesse Gigante ao mesmo tempo europeu e asiático, posicionado no fluxo energético que vai da zona corológica asiática, menos mergulhada no caos da Kali Yuga, à zona corológica européia, um pouco mais sombria espiritualmente nesse momento um acúmulo de energias volitivas e instintivas que tornavam os russos o Povo mais capacitado naquele momento de forjar um Império a partir dessas energias potenciais.
Segundo os Registros Culturais hiperbóreos, os Espíritos dos atuais russos fizeram parte das últimas levas de Espíritos hiperbóreos que desceram voluntariamente (como foi o caso dos outros Arianos, em geral) a este Sétimo Inferno de Maya para travar Guerra contra o Demiurgo e seus seguidores, sendo por isso dotados de elevado grau de pureza sangüínea astral, e tendo sido outrora guiados pelo Siddha Kiev, fundador da cidade de mesmo nome, atual capital da Ucrânia.
A parte da constituição noológica do povo russo, porém, a importância estratégica da Rússia reside em dois outros elementos característicos de seu posicionamento geográfico e do caráter telúrico das diversas psicorregiões russas.
A primeira é o fato de que as estepes russas servem como um conduíte de energia telúrica e corológica, cujo uso estratégico permite empurrar a Europa na direção da Kali Yuga, de modo a que a mesma emerja das trevas mais rapidamente do que seria de acordo com o fluir natural do tempo macrocósmico. Um exemplo histórico auto-evidente pode ser encontrado nas invasões hunas, que empurraram as tribos ário-germânicas na direção do já decadente, corrupto e semitizado Império Romano, de modo que as mesmas conseguiram evitar uma catástrofe racial e espiritual total que era ruminada em segredo pelos sacerdotes Golens de Jeová-Satanás que controlavam o Império em seus últimos séculos, que se produziria com o colapso total da Muralha Atlante-Mediterrânea, a qual pôde ser sustentada parcialmente por mais alguns séculos graças ao furor germânico que foi infundido nos povos romanizados.
A segunda importância estratégica da Rússia consiste em sua proximidade à Porta de Agharta na Mongólia, no eixo corológico que atua como “Motor da Kali-Yuga” e que, como um olho de furacão, é exatamente por isso o ponto menos sujeito às trevas espirituais da atual Idade, e que já foi utilizada diversas vezes pelos Siddhas para virem ao Mundo. Ainda que este ponto não esteja efetivamente na Rússia, a posição geográfica e a força geopolítica da Rússia propiciam que o controle da mesma praticamente garanta o controle da região em que se situa esta Porta.
O problema, porém, é que do mesmo modo que um pensador exotérico como Nietzsche sentiu o potencial russo, melhor ainda perceberam os Demônios de Chang Shamballah que projetando suas Consciências para o Futuro, viram claramente o perigo oferecido por uma Rússia Imperial alinhada com uma Alemanha Imperial. Pior ainda era o fato de que os Demônios de Chang Shamballah pressentiam que alguma presença terrível para seus Planos havia vindo ao Mundo, e se aproximava de emergir em algum lugar da Europa. O Siddha Navutan, Grande Chefe da Raça Branca, havia encarnado em algum lugar, e a apreensão tomava conta dos “Mestres” da Fraternidade Branca.
Onde quer que ele houvesse nascido, e indubitavelmente as atenções dos Demônios e o próprio Olho de Abraxas estavam posicionados sobre a Alemanha haja vista que já em fins do século XIX a atuação estratégica da Ordem Einherjar (posterior Thule-Gesellschaft), por trás da Prússia e de vários reveses preocupantes para a Sinarquia, como a Unificação da Alemanha, haviam se tornado evidentes para o Inimigo do Espírito, sem dúvida, um alinhamento entre a Alemanha e a Rússia poriam em risco a própria existência física de Chang Shamballah, a Cidade Infernal, que a partir da Rússia, e após a tomada da Porta de Agharta na Mongólia, poderia ser tomada de assalto a partir da Porta de Shamballah que fica no Tibet.
Assim, fica aberta a possibilidade de um entendimento noológico da Revolução Russa. O perigo teria que, de algum modo, ser desfeito, por meio da escravidão célere dos povos alemão e russo, e o instrumento adequado já havia sido aperfeiçoado pelo Povo Eleito de Satanás: o Marxismo.
Primeiro, porém, a Sinarquia precisava varrer a Europa de todos os vestígios do Ideal Imperial, que se manifestava com maior Potência principalmente no Império Alemão, no Império Austro-Húngaro e no Império Russo. Uma guerra, uma guerra mais destrutiva do que todas as vistas até então no tempo histórico seria necessária para poder varrer os Impérios e as últimas e já enfraquecidas Aristocracias que, porém, ainda assim eram baluartes de Honra, Valor e Heroísmo, e uma barreira nos planos da Sinarquia.
A partir da Grã-Bretanha, então a sede das principais forças manifestas da Sinarquia, arquitetou-se o conflito que veio a ser chamado “Primeira Guerra Mundial”. E contra tudo o que seria mais “natural”: um embate entre as Democracias sinárquicas e os Impérios Ário-Hiperbóreos, as manobras do Povo Eleito garantiram o derramamento de sangue entre os dois povos que haviam estado destinados a se aliarem, com a formação de Blocos que puseram a Alemanha e a Rússia em lados opostos do conflito.
No fim da Guerra, quatro Impérios haviam caído. As últimas forças da Tradição Hiperbórea haviam sido derrotadas e os Indo-Europeus haviam sido exauridos em um inútil derramamento de sangue. O próximo passo deveria garantir a instauração da Sinarquia do Povo Eleito de modo rápido e antecipado.
Os lugar-tenentes do Povo Eleito, os líderes do marxismo revolucionário, então, aproveitando-se da fraqueza gerada pela Guerra, deram o bote tentando submeter a Alemanha e a Rússia ao seu domínio e à escravidão. Enquanto na Alemanha a atuação das Freikorps, guiadas e financiadas pela Thule-Gesellschaft impediram a vitória hebréia, os círculos russos associados à Thule, compostos principalmente por místicos ligados à aristocracia e à Igreja Ortodoxa não conseguiram evitar que os Bijas emanados por Mestres da Fraternidade Branca tocassem os chakras do povo russo, permitindo-lhes assumir o controle do Arquétipo Psicóideo de sua Superestrutura Cultural, afundando os russos na animalidade revolucionária guiada pelos representantes do Povo Eleito.
A Família Imperial foi, então, oferecida em sacrifício a Jeová-Satanás por assassinos do Povo Eleito, e uma sangria generalizada foi desatada contra a Aristocracia e a Igreja Ortodoxa. O povo russo foi escravizado, e o Povo Eleito erigiu-se como elite revolucionária da Ditadura Soviética, saqueando, massacrando e esfomeando os russos e outros povos que tiveram o azar de se verem submetidos à sua Tirania.
Através da União Soviética, o Povo Eleito almejava assumir o controle de toda a Europa, adiantando em mais de um século a esperada chegada da Sinarquia. Única e exclusivamente a atuação do Führer e o desempenho heróico das Eternas SS, do povo alemão em geral e seus aliados, bem como de voluntários de todo o Mundo que ouviram a Voz do Sangue, e sentiram o Chamado do Führer, impediram que todo o Ocidente fosse varrido pelas hordas de escravos guiados pelos açoites do Povo Eleito.
Essa derrota infligida à Sinarquia, porém, bem como o desdobramento de outros planos fez com que após a Segunda Guerra o Povo Eleito e a Fraternidade Branca perdessem a maior parte do seu interesse na Rússia. A partir de então, a única importância da mesma para a Sinarquia seria servir para o desenvolvimento de uma tensão dramática de alto grau gerada pelo embate dialético dos dois principais sistemas sinárquicos, chamado comumente de “Guerra Fria”, que propiciaria a fagocitação de grandes parcelas da população mundial por variados Arquétipos Psicóideos, bem como indicaria para a Fraternidade Branca que sistema era efetivamente melhor para servir como modelo evolutivo da Sinarquia até que a mesma alcançasse sua Enteléquia.
A vitória dos Estados Unidos assinalaria, então, as Democracias Liberais do Ocidente como o modelo formal através de cujas matrizes a Sinarquia evoluiria até alcançar sua perfeição com sua concretização em ato.
Os reveses enfrentados pelo povo russo e pelos povos eslavos, porém, não foram suficientes para desintegrar o Espírito de seus Viryas. Diferentemente das Democracias Liberais que investiram toda sua Potência em fagocitar as próprias populações através da manipulação das Superestruturas Culturais, por meio de Mitos que resultaram na proliferação da miscigenação, da imigração, do consumismo, da promiscuidade, etc, os Estados Comunistas do Leste Europeu se limitaram a subjugar política e economicamente os Viryas sob seu controle.
A parte, então, de certo desperdício de energia volitiva e instintiva potencial por parte dos povos eslavos, os mesmos emergiram da Guerra Fria quase intactos espiritualmente, ainda vigorosos em seu “barbarismo” ariano, em total contrariedade com os ocidentais que foram desvirilizados e subjugados por Mitos artificialmente construídos para impedir o Despertar dos Viryas, como o Politicamente Correto, o Holocausto, o Racismo, o Feminismo, etc.
Essa situação coloca hoje novamente os povos eslavos, e principalmente os russos, como representantes de uma séria ameaça aos planos da Sinarquia. O Destino previsto por Nietzsche, e adiado pelas maquinações do Povo Eleito está diante da Rússia, desde que uma Elite de Guerreiros Sábios lá emerja e seja capaz de Despertar o seu povo, e guia-lo na direção da Batalha Final.
AVE LEGIO • VI
VOLVNTAS INVICTA!
ARTORIVS LVPVS












1 comentários:
Me gusto mucho este articulo, me queda alguna inquietud que expresare a continuacion..
Soy un estudioso de la sabiduria hiperborea en especial las obras de Nimrod de Rosario. Durante un gran lapso de tiempo de mi vida tambien he leido a Nietzsche, filosofo que como a muchos en nuestra juventud nos ha impactado y forjado una actitud rebelde y opuesta a todo formalismo ya sea religioso, moral.etc.
Tengo si una inquietud, Nietzsche en ASI HABLO ZARATUSTRA(obra por la que tengo un gran respeto) y El Anticristo niega de plano el Espiritu afirmando solo la existencia y preponderancia del cuerpo y que el espiritu seria solo una cualidad de este.
Que el espíritu puro es pura mentira, etc.
En sus doctrina del Superhombre, el buscarse y encontrarse asi mismo. la superación de la moral de esclavo y voluntad de poder intuyo su herencia hiperbórea y su atracción al hombre que busca despertar y liberar su espíritu eterno.
Me gustaria conocer su opinion al respecto, ya que en casi todas paginas web que tratan sobre la Sabiduria Hiperborea recomiendan su lectura y estudio y otras recomiendan hacerlo con cuidado-
En cuanto a su pagina, lo felicito es muy iluminadora-
Mi correo es hollmanbotache@hotmail.com
Muchas gracias
Bogta, Collombia
Postar um comentário