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terça-feira, 17 de maio de 2011

O Dogma da Igualdade

Desde a infância até a fase adulta nossa estrutura cultural vai se formando dentro de inúmeras instituições de ensino. Cada fase de nossa evolução é regida por uma instituição sinárquica que vai desde o jardim de infância até a faculdade, incluindo as instituições religiosas que também estão presentes nesse processo. Algumas idéias que aprendemos nesses locais são incutidas tão fortemente e de forma tão repetitiva que acabam sendo aceitas como “verdade absoluta”, em essência, se tornam dogmas, esse é o caso de uma palavra tão repetida e venerada nessa última fase do Kali Yuga: Igualdade.

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Partindo do argumento do direito natural, a sinarquia e seus sequazes defendem a igualdade absoluta dos homens em todas as esferas da sociedade.

Então, não é necessário refletir muito pra perceber que essa idéia é somente a evolução da premissa cristã de igualdade no desdobrar do tempo transcendente, aliás, não passa de uma laicização de toda a filosofia cristã acerca dos direitos dos homens. Ou seja, que todos os homens são iguais perante Deus, o Criador. Nesse caso, não há um conflito entre religião e ciência, o que se reconhece na verdade é uma dicotomia puramente ilusória entre os dois, duas faces da própria Sinarquia. Pois são apenas UM e o MESMO, cada um inserido em seu contexto e utilizado por quem interessa para manipular este ou aquele grupo social. A razão humana não passa da CRENÇA de que há - pois nada o comprova em absoluto - uma ordem que rege harmoniosamente todo o Macrocosmo. Crença que sustenta também, a idéia absurda de igualdade absoluta entre todos os homens e que só tem lugar em sociedades pasus quase entelequiadas, como estão a maioria das nações no ocidente atual.

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Homens NÃO são iguais, ainda que se insista em torná-los iguais “de jure” jamais o serão “de facto”, e esta tentativa em si só é ilógica. Seja do ponto de vista físico, intelectual ou espiritual os homens dentro de um determinado grupo social se diferem irrefutavelmente. Cada sociedade detém um certo nível de pureza sanguínea nos viryas que a compõem, dependendo do grau de degradação e miscigenação em que se encontra. Cada raça da espécie humana possui particularidades únicas que podem ser estudadas e comprovadas por métodos científicos. Assim como cada povo e cultura têm suas singularidades cada raça também é diferente da outra embora se busque desesperadamente afirmar o contrário.

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Mas a razão desse desespero se torna óbvia quando comprovamos que o reconhecimento dessas diferenças pressupõe uma divisão ARISTOCRÁTICA da sociedade, divisão que se baseia na pureza de sangue de cada Virya e não de uma única massa amorfa que se nivela pelo pasú. A essa ideia de aristocracia - onde se elevam os que realmente merecem - se opõem os igualitaristas, temem que de uma sociedade como tal se eleve a VERDADE e a HONRA, próprias dos Viryas despertos, e que assim se destrua a massa de robôs lobotomizados, drogados e inúteis que eles com tanto afinco construíram e sustentam.

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A destruição desse dogma e de tudo que ele sustenta se dará somente pela Honra, virtude absoluta dos Homens de espírito elevado. Os quais, não possuem a cegueira, o temor ou a mesquinhez dos servos do Demiurgo e “visionários” da igualdade, e tampouco se utilizam de palavras vazias como eles, aliás, as únicas palavras das quais se utilizarão são as que estão forjadas em suas espadas.

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VVV

DECIMVS GALEO
Legio VI – VOLVNTAS INVICTA
AVE LEGIO VIclip_image011

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